quinta-feira, 2 de abril de 2009

Com a “palavra”, a Pollyanna FERRARI
Em entrevista concedida ao professor de webjornalismo André Deak, a jornalista Pollyana Ferrari, também professora na PUC-SP, expôs um reflexo do webjornalismo nos dias de hoje, desde os avanços até o cotidiano dos jornalistas.
Pollyana é autora do livro Jornalismo Digital(2004), referência em muitas faculdades e possui uma empresa de consultoria Web.
Ferrari criticou piamente o jornalismo online de revista, que segundo a pesquisadora regrediu em relação aos tempos dos “Leia e Ouça”, de 1998, que para ela foi um marco no webjornalismo nacional.
“As redes sociais explodindo no planeta e nós ainda oferecemos a mesma notícia da Reuters em praticamente todos os portais. O leitor percebe e em dois cliques muda de endereço, pois na Internet ninguém é fiel a um endereço apenas.” Pollyana FERRARI.

Este ponto enfatizado pela professora, é mesmo uma realidade para os internautas. Por vezes e mais vezes quando estamos navegando em busca de algum assunto e nos deparamos com a mesma noticia em vários sites, apenas com roupagens distintas mas conteúdo similar e logo abaixo, com o nome da fonte, “Reuters”.


Rafael Fina, radialista, um navegador de plantão, reclama desta postura dos grandes portais brasileiros.







“Adoro ver o que está acontecendo a minha volta, mas tem


dias fico engoado bem rápido ao viajar na net, passo por dois,


três ou até quatro portais, e vejo a mesma notícia, sem


grandes alterações. Isso é muito chato logo me canso”





Ferrari cita o site G1 da globo.com, como um avanço neste sentido,que vem digitalizando seu conteúdo hipermidiatico, mas ressaltando que ainda e modesto.
Falando em hipermidiatico, a multimidialidade foi um dos temas abordados na entrevista, clique aqui e saiba mais.




quarta-feira, 4 de março de 2009

Queimando o Filme!

Queimando o Filme!

Brasileiro que é brasileiro, não se queima sozinho.
Na Espanha a coisa tá preta,quando não é preso é deportado, nos Estados Unidos somos discriminados, pela Europa somos conhecidos como uns dos piores visitantes do mundo, os adjetivos à nossos compatriotas turistas vão de folgados a mal educados.
Mas de quem é a culpa? É do resto do mundo, ou é nossa. E se é nossa, quais seriam os brasileiros com maior ou menor parcela de culpa nessa história. O Zé, a Maria, o João, bem que poderiam se portar melhor no exterior não é? Pena que pra brasileiro tudo vira incidente internacional, e pior, também vira manchete da Globo.
O fato mais recente foi uma barriga histórica cravada no seio jornalístico da toda poderosa rede de comunicação. Trata-se da caso que envolveu a advogada Paula Oliveira, que tentou aplicar um golpe contra o governo suíço, e graças a emissora carioca conseguiu tranformar o caso em incidente diplomático, inclusive poríamos dizer que foi mais um acidente diplomático.
Veja o raciocínio:
A Globo não checou - os jornais que copiaram a informação não checaram - o Itamarty não checou - e o presidente Lula tambem "não sabia de nadatarget="_blank"há mas no caso do Lula é normal.
A confusão foi tamanha, que no final todo mundo teve que se retratar, claro que de forma bem mais amena que o alarde feito com a matéria. O que nos faz lembrar o caso Escola-base que rendeu até indenização.
Desculpe a expressão, mas "uma mulher pira o cabecão na suiça, se mutila com um gilete, diz que teve um aborto por causa do ocorrido, e todo mundo só escuta o pai da moça que vive no Brasil, sendo que os fatos ocorreram na Suiça. "Santa Ingenuidade", este caso poderá ser estudado no futuro como o efeito dominó do jornalismo Globolistico, aliado ao efeito tomate, visto no rosto do ministro Celso Amorim.
Casos como este, dentre outros deixam uma imagem muito ruim para todos os brasileiros que viajam ao exterior, e que nos fazem recorrer aos nomes de Pelé, Ronaldinho, Senna, e outros que se destacaram mundo à fora para obter um tratamento "melhorzim", quando estamos fora do país.

Enquanto isso, as manchetes não param de aparecer!

Barrado nos EUA, engenheiro diz que achou decisão justa

Brasileiro que tem empresa em Portugal é impedido de entrar na Espanha
Professor foi barrado na França, na Itália e perdeu congressos
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terça-feira, 18 de novembro de 2008

VISÃO GERAL DA SEMANA DA COMUNICAÇÃO

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